"O diletante, com efeito, corre entre as ideias e os factos como as borboletas (a quem é desde séculos comparado) correm entre as flores, para pousar, retomar logo o voo estouvado, encontrando nessa fugidia mutabilidade o deleite supremo." Eça de Queirós, A Correspondência de Fradique Mendes (Memórias e Notas)
20 de fevereiro de 2022
Queimem-me também
19 de fevereiro de 2022
18 de fevereiro de 2022
Noli me tangere
17 de fevereiro de 2022
O Bispo de Beja
Domingos, Paulo da Costa (coord.), & etc, uma editora no subterrâneo, Lisboa, Livraria Letra livre, 2013, p. 49.
Entrevista a Vitor Silva Tavares (Diário de Lisboa, 21 de Julho de 1980)
16 de fevereiro de 2022
Um livro que serve
15 de fevereiro de 2022
Fernando Ribeiro de Mello
14 de fevereiro de 2022
Publicar livros
“Publicar livros nunca foi tarefa fácil e, no mundo espectacular das mercadorias dos dias de hoje, é uma actividade muito mais incerta. Vivemos na era do Big Mac, dos best-sellers, promovidos por jornais e revistas monolíticos que se reclamam representantes do actual mundo cultural, e os seus valores predominam num mundo governado pelo grande capital, tanto na edição como na distribuição. Os livros que marcaram as várias lutas anticapitalistas do século passado e a sua história ainda são por vezes publicados por editoras universitárias, se contarem com a promoção de cursos e programas académicos. Mas todos os outros livros ditos clássicos são esquecidos ou ficam mesmo por publicar. São livros que vendem muito pouco ou quase nada, e que, por isso, são publicados apenas por pequenas editoras em tiragens de poucas centenas de exemplares. Para uma editora de esquerda, e num mundo que se deslocou decididamente para a direita (até quando, no entanto?), é muito difícil escolher livros que têm valor no presente, uma mensagem que talvez mais ninguém publique, uma visão mais genuína e diferente da história, e livros que talvez a própria história tenha esquecido.”
Mailer, Phil, “Os 40 anos da Antígona vistos de Dublin, Irlanda” in Oliveira, Luís (org.), Antígona 40 Anos + 1, Lisboa, Antígona, 2020, pp. 47-48.
13 de fevereiro de 2022
Censura
12 de fevereiro de 2022
Ler o Livro
Lamas, Bruno, “Enquanto existir dinheiro…” in Oliveira, Luís (org.), Antígona 40 Anos + 1, Lisboa, Antígona, 2020, p. 104.
11 de fevereiro de 2022
Contratados em Angola
Entrevista a Vitor Silva Tavares por Alexandra Lucas Coelho (Público, 2007) in Domingos, Paulo da Costa (coord.), & etc, uma editora no subterrâneo, Lisboa, Livraria Letra livre, 2013, pp. 126-127.
10 de fevereiro de 2022
Edição mercantil moderna
9 de fevereiro de 2022
Gozosíssimas
Braga, 16 ou 17 de Outubro, 1961”
Pacheco, Luiz, O Libertino Passeia por Braga, a Idolátrica, o seu Esplendor, Braga, Fundação Cultural Bracara Augusta, 2000, pp. 49-51.
8 de fevereiro de 2022
Holodomor
7 de fevereiro de 2022
Caras, bocas, olhos, risos, mãos e pernas
Pacheco, Luiz, O Libertino Passeia por Braga, a Idolátrica, o seu Esplendor, Braga, Fundação Cultural Bracara Augusta, 2000, pp. 26-27.
6 de fevereiro de 2022
5 de fevereiro de 2022
Café Central
Oliveira, Luís, “À guisa de prefácio. A génese da editora” in Oliveira, Luís (org.), Antígona 40 Anos + 1, Lisboa, Antígona, 2020, p. 15.
4 de fevereiro de 2022
Fabergé
3 de fevereiro de 2022
Sexo, Gulbenkian e Braga
2 de fevereiro de 2022
Papua-Nova Guiné
1 de fevereiro de 2022
Não é um relógio, é uma panela de sopa
Entrevista a Vitor Silva Tavares por Alexandra Lucas Coelho (Público, 2007) in Domingos, Paulo da Costa (coord.), & etc, uma editora no subterrâneo, Lisboa, Livraria Letra livre, 2013, pp. 113-114.