Entrevista a Vitor Silva Tavares por Alexandra Lucas Coelho (Público, 2007) in Domingos, Paulo da Costa (coord.), & etc, uma editora no subterrâneo, Lisboa, Livraria Letra livre, 2013, pp. 113-114.
"O diletante, com efeito, corre entre as ideias e os factos como as borboletas (a quem é desde séculos comparado) correm entre as flores, para pousar, retomar logo o voo estouvado, encontrando nessa fugidia mutabilidade o deleite supremo." Eça de Queirós, A Correspondência de Fradique Mendes (Memórias e Notas)
1 de fevereiro de 2022
Não é um relógio, é uma panela de sopa
Entrevista a Vitor Silva Tavares por Alexandra Lucas Coelho (Público, 2007) in Domingos, Paulo da Costa (coord.), & etc, uma editora no subterrâneo, Lisboa, Livraria Letra livre, 2013, pp. 113-114.
31 de janeiro de 2022
Josefina num relógio
13 de maio de 2021
23 de março de 2021
O relógio, Rafael Bordalo Pinheiro e Os Lusíadas
Rafael Bordalo Pinheiro
1895
"Extraordinária pela sua escala e função, esta peça servia de caixa ao relógio da loja do editor Manuel Gomes, situada na Rua Garrett, em Lisboa. Foi encomendada ao artista, que se inspirou nas referências marinhas d’Os Lusíadas, obra quinhentista do poeta Luís de Camões. As ondas de barro vidrado são habitadas por tritões e sereia, seres da mitologia clássica, aos quais a fantasia do artista acrescenta um par de lagostas e um golfinho. Sobrevoando a cena, uma águia transporta uma figura feminina que empunhava um archote aceso e uma fita ondulante, com um fragmento do verso: «Espalharei por toda a parte…» – infelizmente desaparecidos. No vão circular encontrava-se o mostrador do relógio. O sabor renascentista da iconografia e a composição épica revelam o esforço nacionalista de Rafael Bordalo. Salienta-se a qualidade da modelação e o colorido, sobretudo, dos festões de algas e conchas. Peça doada ao Museu pelo editor, em 1962." Daqui
12 de fevereiro de 2021
A pontualidade de Kant
"Kant's regularity was probably - at least at first - due more to Green's punctuality than to that of Kant, for it was said that the neighbors could set their clocks in accordance with the time at which Kant left Green's house in the evening: at seven o'clock the visit was over." (p. 155)


